I am on Strike!
Peço desculpa pelo meu inglês de Oxford, muito pouco técnico!
florestas
Floresta dos plátanos, choupos, freixos, faias, salgueiros, olmos, oliveiras, castanheiros, carvalhos, sobreiros, azinheiras, pinheiros bravos e mansos....
Um blog para seres da floresta, do deserto, dos grandes mares, das planícies, das montanhas, dos rios, das rias, das cidades... não acessível a tias!
quarta-feira, maio 30, 2007
terça-feira, fevereiro 20, 2007
The End, LIVE in Toronto, The Doors. Excellent Quality!!
Tudo tem um fim! Este blog também! Acaba aqui, com tranquilidade (eheheheh) e naturalidade. E acaba no fim, o que também é natural.
This is The End!!!!
FIM - Federação Internacional de Matraquilhos
The End - The Doors
This is the end
Beautiful friend
This is the end
My only friend, the end
Of our elaborate plans, the end
Of everything that stands, the end
No safety or surprise, the end
Ill never look into your eyes...again
(...)
__________________
My Way
And now, the end is near;
And so I face the final curtain.
My friend, Ill say it clear,
Ill state my case,
of which Im certain.
Ive lived a life thats full.
Ive traveled each and evry highway;
And more, much more than this,
I did it my way.
Regrets, Ive had a few;
But then again, too few to mention.
I did what I had to do
And saw it through without exemption.
(...)
P. Anka, J. Revaux, G. Thibault, C. Frankois
This is the end
Beautiful friend
This is the end
My only friend, the end
Of our elaborate plans, the end
Of everything that stands, the end
No safety or surprise, the end
Ill never look into your eyes...again
(...)
__________________
My Way
And now, the end is near;
And so I face the final curtain.
My friend, Ill say it clear,
Ill state my case,
of which Im certain.
Ive lived a life thats full.
Ive traveled each and evry highway;
And more, much more than this,
I did it my way.
Regrets, Ive had a few;
But then again, too few to mention.
I did what I had to do
And saw it through without exemption.
(...)
P. Anka, J. Revaux, G. Thibault, C. Frankois
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
Como os pequeninos vêem os grandes (de alma). Como os MES vêem os professores (enormes professores)
"Quem é pequeno vê no maior apenas o que um pequeno é capaz de perceber!"
Herman Hesse
Herman Hesse
domingo, fevereiro 18, 2007
Leis Novas - Decretos, Despachos, Circulares...
Por decisão da Srª Sinistra foi extinta a DGRHE - Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação!
Por despacho sucessivo foi criada a DGRHE - Direcção-Geral dos Resíduos (restos) Humanos da Educação.
O Portugal moderno dispensa o peso dos humanos, enquanto não for residual e ao serviço da causa nobre da economia.
Os humanos complicam o que a economia simplifica!
A economia é Simplex, os humanos são Complex!!!
Foi também abolido o cozido à portuguesa, essa mistura desgovernada de carnes!
O prato nacional é agora o "Sauté TPP/TGV - Tou Poupando em Professores- Tou Gastando em Vergastadas"
Hum, que delícia...!!!!
Por despacho sucessivo foi criada a DGRHE - Direcção-Geral dos Resíduos (restos) Humanos da Educação.
O Portugal moderno dispensa o peso dos humanos, enquanto não for residual e ao serviço da causa nobre da economia.
Os humanos complicam o que a economia simplifica!
A economia é Simplex, os humanos são Complex!!!
Foi também abolido o cozido à portuguesa, essa mistura desgovernada de carnes!
O prato nacional é agora o "Sauté TPP/TGV - Tou Poupando em Professores- Tou Gastando em Vergastadas"
Hum, que delícia...!!!!
"Milu vai à Escola", " A Equipa de Milu", "Milu em Corrida"
Alguns personagens parecem estranhamente familiares!!
Por que razão será?
sábado, fevereiro 17, 2007
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Hai-Kais Populares Poliglotas
Era o primeiro
O carrou chiou
Um tiro dans les cornes
No education
Just a bad Bicha
Lots of Laws
Una pedrita
En el zapato
Fedes como chulé
Slug, dear
Have no fear
Também morres um dia...
Cartão único
Unemployment, misery
Muitos ao cartão
Portugal
País Simplex
Chicken Minister
Governo
Dirty Underwear
Recibos Verdes
Dinamismo
Modernidade
Songs and lies
Europa
Como te quero
My pants are down
Putedo
Honourable trade
Professores de nada
Economia
Bandulho cheio
Others must wait
Criticize
In a silent way
O bufo mora ao lado
O escravo
Work for pleasure
Um Sobreiro e um Carvalho
The scum
Bengaladas a menos
O "Socialismo Nacional"
------------
Explicação e dívida:
IC gosta de Matsuo Bashô
e nas memórias aparecem textos do poeta
Ora eu gosto de Matsuo Bashô
Mas como nasci em Alfama...
Os hai-kais são diferentes...!
Não que me queira comparar
Notei a diferença, porque ela é óbvia!
É uma questão de qualidade e...
de geografia...
De política e de filosofia.
Quanto à qualidade nada a dizer;
Geograficamente também estamos entendidos!
Em relação à política, o que posso dizer é que não são textos cor-de-rosa (lllaaaaaccchhhh), para o chefe gostar!
Sobre filosofia, que me perdoe o Sócrates, mas estou cada vez mais oriental!
PS (Pós Sócrates): São pós que se vendem na zona de S. Bento e que dão efeitos surpreendentes...
O carrou chiou
Um tiro dans les cornes
No education
Just a bad Bicha
Lots of Laws
Una pedrita
En el zapato
Fedes como chulé
Slug, dear
Have no fear
Também morres um dia...
Cartão único
Unemployment, misery
Muitos ao cartão
Portugal
País Simplex
Chicken Minister
Governo
Dirty Underwear
Recibos Verdes
Dinamismo
Modernidade
Songs and lies
Europa
Como te quero
My pants are down
Putedo
Honourable trade
Professores de nada
Economia
Bandulho cheio
Others must wait
Criticize
In a silent way
O bufo mora ao lado
O escravo
Work for pleasure
Um Sobreiro e um Carvalho
The scum
Bengaladas a menos
O "Socialismo Nacional"
------------
Explicação e dívida:
IC gosta de Matsuo Bashô
e nas memórias aparecem textos do poeta
Ora eu gosto de Matsuo Bashô
Mas como nasci em Alfama...
Os hai-kais são diferentes...!
Não que me queira comparar
Notei a diferença, porque ela é óbvia!
É uma questão de qualidade e...
de geografia...
De política e de filosofia.
Quanto à qualidade nada a dizer;
Geograficamente também estamos entendidos!
Em relação à política, o que posso dizer é que não são textos cor-de-rosa (lllaaaaaccchhhh), para o chefe gostar!
Sobre filosofia, que me perdoe o Sócrates, mas estou cada vez mais oriental!
PS (Pós Sócrates): São pós que se vendem na zona de S. Bento e que dão efeitos surpreendentes...
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
Projecto do ME para acesso a "titular" é novo atentado contra os docentes
Realizada a primeira reunião do processo de regulamentação do ECD, a FENPROF afirma, sem medo de errar, que o projecto apresentado pelo Ministério da Educação, visando estabelecer o regime do primeiro concurso de acesso à categoria de titular, torna ainda mais negativo o já muito gravoso "ECD do ME".
De facto, o projecto que o ME enviou à FENPROF:
Retoma algumas das propostas mais penalizadoras que assumira durante o processo de revisão do ECD, sobre os efeitos das faltas, licenças e dispensas na carreira dos professores e educadores. São o caso das dispensas para formação, nojo por morte de familiares directos, assistência por doença a filhos menores, casamento, doença do próprio, isolamento profiláctico e muitas outras que, nos termos da lei, são equiparadas a serviço efectivamente prestado;
Limita a apreciação curricular para efeitos de concurso de acesso aos últimos seis anos, num claro desrespeito pelo riquíssimo passado, de décadas, de professores e educadores que se envolveram nas mais diversas actividades nas suas escolas;
Não é revelado o peso de cada um dos factores a ponderar na designada apreciação curricular. O recurso a uma classificação de 60 pontos, numa escala de 0 a 100 (agravado pelo desconhecimento da ponderação de cada factor) surge como um crivo que impedirá um elevadíssimo número de docentes do 10º escalão de acederem à categoria de titular, substituindo a quota que se aplicará aos restantes.
Revela que nem a dotação de 1/3 para acesso dos docentes dos 8º e 9º escalões à categoria de titular, será respeitada. De facto, o que o próprio "ECD do ME" considera como "dotação" (1/3) surge agora transformado em "limite".
São criados, de forma artificial e apenas para este concurso, departamentos que deixarão, em muitas escolas, inúmeros grupos de recrutamento sem qualquer titular. Além destes, nesta proposta de departamentos surgem absurdos como, por exemplo, a integração dos docentes de Educação Especial no departamento "Expressões", juntamente com a Música, a Educação Física ou a Educação Tecnológica.
Será impeditivo da mobilidade da esmagadora maioria dos docentes, limitados que estarão neste concurso a concorrer apenas à escola a cujo quadro pertencem ou, nos casos de afectação ou destacamento, àquelas em que exercem funções. Dessa forma, surgirão ultrapassagens no acesso aos novos quadros, será totalmente desvalorizada a graduação profissional dos candidatos e decorrerão daqui situações de extrema instabilidade para todos os que, estando nos 8º, 9º e 10º escalões, não consigam aceder à respectiva categoria (designadamente por razões de ordem administrativa: limite de vagas ou classificação a partir de factores de restrição).
Para a FENPROF, entenda-se, o problema não está no projecto agora apresentado pelo ME, apesar de, nele, serem recuperadas algumas das posições mais negativas que tinham surgido nas suas propostas de revisão do ECD.
A FENPROF pretende, isso sim, destacar o carácter extremamente negativo e arbitrário deste projecto com que o Ministério da Educação pretende regulamentar um dos aspectos mais gravosos da carreira docente que impôs: a divisão em categorias hierarquizadas. Uma divisão sem outros objectivos que não sejam os de impedir o acesso dos professores e educadores ao topo da carreira e de cercear níveis de autonomia e responsabilização que hoje são reconhecidos aos professores e às escolas.
A FENPROF rejeita esta proposta do ME e considera indispensável, uma vez mais, a mobilização de todos os educadores e professores portugueses contra uma política que os tem vindo a desvalorizar e desconsiderar. Não é aceitável este permanente ataque aos profissionais docentes e não será a criação de um ridículo prémio a atribuir ao melhor professor que disfarça ou atenua políticas e medidas que visam, apenas, desregular a profissão docente, introduzir focos de instabilidade profissional e desvalorizar social e materialmente a sua carreira.
Informação transcrita do site da FENPROF
De facto, o projecto que o ME enviou à FENPROF:
Retoma algumas das propostas mais penalizadoras que assumira durante o processo de revisão do ECD, sobre os efeitos das faltas, licenças e dispensas na carreira dos professores e educadores. São o caso das dispensas para formação, nojo por morte de familiares directos, assistência por doença a filhos menores, casamento, doença do próprio, isolamento profiláctico e muitas outras que, nos termos da lei, são equiparadas a serviço efectivamente prestado;
Limita a apreciação curricular para efeitos de concurso de acesso aos últimos seis anos, num claro desrespeito pelo riquíssimo passado, de décadas, de professores e educadores que se envolveram nas mais diversas actividades nas suas escolas;
Não é revelado o peso de cada um dos factores a ponderar na designada apreciação curricular. O recurso a uma classificação de 60 pontos, numa escala de 0 a 100 (agravado pelo desconhecimento da ponderação de cada factor) surge como um crivo que impedirá um elevadíssimo número de docentes do 10º escalão de acederem à categoria de titular, substituindo a quota que se aplicará aos restantes.
Revela que nem a dotação de 1/3 para acesso dos docentes dos 8º e 9º escalões à categoria de titular, será respeitada. De facto, o que o próprio "ECD do ME" considera como "dotação" (1/3) surge agora transformado em "limite".
São criados, de forma artificial e apenas para este concurso, departamentos que deixarão, em muitas escolas, inúmeros grupos de recrutamento sem qualquer titular. Além destes, nesta proposta de departamentos surgem absurdos como, por exemplo, a integração dos docentes de Educação Especial no departamento "Expressões", juntamente com a Música, a Educação Física ou a Educação Tecnológica.
Será impeditivo da mobilidade da esmagadora maioria dos docentes, limitados que estarão neste concurso a concorrer apenas à escola a cujo quadro pertencem ou, nos casos de afectação ou destacamento, àquelas em que exercem funções. Dessa forma, surgirão ultrapassagens no acesso aos novos quadros, será totalmente desvalorizada a graduação profissional dos candidatos e decorrerão daqui situações de extrema instabilidade para todos os que, estando nos 8º, 9º e 10º escalões, não consigam aceder à respectiva categoria (designadamente por razões de ordem administrativa: limite de vagas ou classificação a partir de factores de restrição).
Para a FENPROF, entenda-se, o problema não está no projecto agora apresentado pelo ME, apesar de, nele, serem recuperadas algumas das posições mais negativas que tinham surgido nas suas propostas de revisão do ECD.
A FENPROF pretende, isso sim, destacar o carácter extremamente negativo e arbitrário deste projecto com que o Ministério da Educação pretende regulamentar um dos aspectos mais gravosos da carreira docente que impôs: a divisão em categorias hierarquizadas. Uma divisão sem outros objectivos que não sejam os de impedir o acesso dos professores e educadores ao topo da carreira e de cercear níveis de autonomia e responsabilização que hoje são reconhecidos aos professores e às escolas.
A FENPROF rejeita esta proposta do ME e considera indispensável, uma vez mais, a mobilização de todos os educadores e professores portugueses contra uma política que os tem vindo a desvalorizar e desconsiderar. Não é aceitável este permanente ataque aos profissionais docentes e não será a criação de um ridículo prémio a atribuir ao melhor professor que disfarça ou atenua políticas e medidas que visam, apenas, desregular a profissão docente, introduzir focos de instabilidade profissional e desvalorizar social e materialmente a sua carreira.
Informação transcrita do site da FENPROF
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A maior desgraça que pode acontecer a um artista é começar pela literatura, em vez de começar pela vida.
Miguel Torga
Miguel Torga
procure outras florestas, outras árvores, não hesite...